Aqui o autor - Dieter Dellinger - leva a Física aos seus Limites, ao ponto em que já não sabemos se é Física, Hiperfísica ou quase Metafísica Sem Religião
Quinta-feira, 30 de Março de 2017
Dieter Dellinger: A Galáxia dirige-se para o vazio

 

A nossa galáxia desloca-se no Universo a uma velocidade fantástica de 2,3 milhões de km/h e não é impulsionada pela força da gravidade de alguma matéria ou buraco negro, mas simplesmente pelo vazio.
Não se conhece alguma concentração de galáxias que não esteja a uma distância inferior a 150 milhões de anos-luz e há um super grupo de galáxias a uns 600 milhões de anos luz (600 milhões x 300.000 km x número de segundos existentes num ano). Mas a nossa galáxia não se dirige propriamente a essas galáxias, mas antes para algo onde nada está.

Além disso, a nossa Via Láctea é maior do se supunha e não tem a forma de um disco absolutamente plano, mas sim ondeluado com ´nódulos" de grande densidade de estrelas, pelo que terá muitas mais estrelas e, como tal, exoplanetas do que as cerca de 100 milhões de estrelas calculadas sem grande rigor científico ou certeza.


Isso diz-nos a astrofísica Heléne Courtois da Universidade Lyon que cartografou uma parte importante do Universo a quatro dimensões.


A 500 milhões de anos-luz do grande grupo da galáxias conhecidas por Shapley na direção oposta encontra-se um imenso espaço vazio que explica a pressa da natureza em ocupá-lo, nomeadamente a nossa "Via Láctea".
A expansão do Universo desde o Big Bang há uns 13,7 mil milhões de anos tem a ver com o vazio infinito que envolve tudo.


O Universo é jovem e poderá acabar com o fim dos protões, cuja vida está calculada 10 elevados a 793 anos. Mas é razoável pensar que o protão tenha uma existência infinita e que venha a formar uma massa fria de calhaus ou ferro daqui a 10 elevados a 1.500 anos. Quantidades insusceptíveis de serem exprimidas por palavras, apenas por números.


Muito antes disso o sol transformou-se numa super nova e depois engoliu todos os planetas até se formar uma estrela branca anã e depois uma anã castanha ou uma estrela fria de neutrões que um dia possa ser engolida por um buraco negro que acabará por explodir para dar origem a novas estrelas e planetas.
Enquanto existir variância haverá tempo que acabará com o aparecimento da matéria invariate e simétrica. Será?
Tudo indica que um Big Bang" é irrepetível e que o Universo não fará marcha atrás até se encontrar num pequeníssimo ponto.

 



publicado por DD às 23:42
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